PRODUÇÃO ENERGÉTICA ATRAVÉS DAS FONTES ALTERNATIVAS

FORMAÇÃO DO PRO ÁLCOOL NO BRASIL

O Pro álcool que foi o programa nacional do álcool foi criado para a substituição dos derivados de petróleo, foi criado em 1975, nessa época produziam-se menos e importava mais, o mundo sentia os efeitos da crise do petróleo. Somente em 1978 que surgiram os primeiro carros movidos totalmente a álcool. Com a criação do Pro álcool a oferta de veículos e combustíveis se tornou mais baratos, o que contribuiu para que os consumidores optassem pelo carro movido a álcool. Em 1979 houve a crise do Pro álcool  pois o preço do petróleo abaixou muito, e o preço do açúcar aumentou, e com isso houve interesse maior pela exportação de açúcar, ocorreu um aumento na produção de carro movido a álcool, não existia mais incentivo do governo. (muita produção de carro X nada de produção do álcool).
o que levou as pessoas a se desinteressarem pelos carros movidos a álcool, Além disso, o preço do petróleo abaixou muito.
Para fazer o álcool voltar a ser interessante, o governo através de medidas provisórias, autoriza o aumento da mistura de álcool etílico á gasolina, de 22% a 24% em todo território, e ainda transferiu recursos agregados ao preço da gasolina, diesel, lubrificantes para viabilizar o custo de produção do álcool.
trinta anos depois do inicio do Pro álcool  o Brasil vive uma situação diferente, o governo não fica mais sobre o comando, pois existem muitas empresas particulares, o plantio avança alem das áreas tradicionais, do interior paulista e nordeste, e espalha-se pelos cerrados. Em 2003 surgiu o primeiro carro biocombustível (motores flex.) que pode ser movido à gasolina, álcool ou uma mistura dos dois, que conquistou rapidamente os consumidores. Tiveram vendas que superaram a dos automóveis movidos a gasolina. E o álcool também tem a vantagem de ser uma fonte renovável e menos poluidora que a gasolina.

Fabiana Ricardo Afonso

PRODUÇÃO DE BIOGÁS NO BRASIL

O biogás é um biocombustível constituído basicamente de gás metano. É obtido a partir de reações anaeróbicas (sem oxigênio) da matéria orgânica existente no lixo que é recolhido nas cidades e depositado nos aterros sanitário e dos dejetos de animais. Tem sido utilizado para gerar gás de uso doméstico e combustível de veículos.
Uma das principais vantagens dessa fonte energética consiste em contribuir para solução de um sério problema, especialmente nas grandes cidades: a destinação do lixo.
o biogás também pode ser obtido por meio de biodigestores, nos quais se processa a fermentação de esterco, folhas de arvores e outros compostos orgânicos, constituindo uma excelente alternativa para os espaços rurais.

Curiosidade

Em boa parte do mundo, o problema do lixo se transformou em solução energética.  Existem hoje 1.483 usinas térmicas que queimam resíduos para produzir energia. São Paulo foi à primeira cidade do Brasil a aproveitar o biogás como fonte de energia. Vinte e quatro geradores de alta potência queimam todo o gás do lixo. As máquinas transformam o biogás do aterro em energia elétrica suficiente para abastecer 35 mil domicílios da cidade de São Paulo. São dois aterros: juntos, o Bandeirante e o  São João responde por mais de 2% de toda a energia elétrica consumida na maior cidade do país. A queima do biogás ainda gera receitas extras para o município. São os créditos de carbono.

HISTÓRICO DE PRODUÇÃO ENERGÉTICA EM USINAS NUCLEARES NO BRASIL

A construção de usinas nucleares no Brasil fez parte de um projeto desenvolvido nos anos 1960 e 1970 entre os governos militares, que consideravam a possibilidade de produzir armamentos nucleares, que seriam, por exemplo, as bombas nucleares.
No entanto, a primeira central nuclear para a geração de energia elétrica – Angra I – só foi inaugurada em 1982, no município de angra dos Reis, litoral do estado do Rio de Janeiro, com tecnologia e equipamentos adquiridos da empresa norte – americana Westinghouse. Devido a problemas de funcionamento, chegou a receber o apelido de usina “Vaga-Lume”.

PROCESSO DA ENERGIA NUCLEAR

No núcleo de um reator é onde tudo acontece: as barras de combustível adicionadas a ele contêm isótopo fissionável. A água, ou outro líquido, realiza um movimento circular ao redor do núcleo e rouba todo o calor gerado pela reação de fissão nuclear.
O líquido altamente aquecido, obtido no processo “1”, escoa para um gerador de vapor, onde o vapor produzido é então encaminhado para uma turbina ligada a um gerador de energia. O vapor realiza o movimento na turbina, gerando eletricidade.
O vapor produzido no processo “2” é condensado e reciclado por meio do gerador, e assim, a produção de energia nuclear na forma de um sistema fechado se torna constante, ou seja, uma fonte de energia renovável. E para finalizar, as usinas nucleares são menos poluentes pelo fato de não queimarem combustíveis fósseis no processo de obtenção. Portanto, não emitem dióxido de carbono, dióxido de enxofre e outros poluidores atmosféricos.
 

Bruna Fernandes 

Produção energética no Brasil

A polêmica sobre a instalação da hidrelétrica de Belo Monte:

Há mais de 20 anos a obra da hidrelétrica de Belo Monte vem gerando polêmica, no ano de 2010 as polêmicas se intensificaram após a autorização para começar a obras no local.

A capacidade da obra possibilitará o abastecimento de 26 milhões de pessoas no Brasil e se construída será a 3º maior usina do mundo com um custo de aproximadamente 26 bilhões de reais, a oposição de ambientalistas é forte há anos, pois o impacto ambiental seria grande demais deixando 51.600 hectares de floresta inundados. Em épocas de cheia a hidrelétrica produziria 11.233 MW, porém esse período compreende a apenas 4 meses e no restante do ano, considerado a baixa, a potência seria de  apenas 4.000 MW, ou seja, para muitos esse projeto seria inviável e não teria vantagem alguma.

ONGS, ambientalistas e índios que vivem na região são contra essa obra, e apoiam a ideia de investimentos em usinas já existentes no país e em fontes de energia limpa.

USINA DE BELO MONTE NO XINGU

Local onde será a usina de Belo Monte

maquete

Simulação do projeto

Histórico da Construção de Itaipu:

Na década de 1960, o Brasil começou a realizar estudos para o aproveitamento hidrelétrico na região das Sete Quedas, na divisa entre o Paraná e o estado do Mato Grosso. O Paraguai logo percebeu que a construção dessa hidrelétrica inviabilizaria outra, no trecho do rio que divide Paraguai e Brasil, porque não há desnível suficiente no rio Paraná para duas usinas. Para o Paraguai, que não possui muitos outros recursos para geração de energia, além do Rio Paraná, isso seria um grande problema. Com isso, o conflito se iniciou, pois eles tentaram provar que uma parte do trecho aproveitado era do Paraguai, o que não era verdade.

Segundo o tratado de limites de 1872, jamais questionado pelo Paraguai, a fronteira entre os dois países passa pelo leito do rio Paraná desde a foz do rio Iguaçu até o Salto Grande das Sete Quedas, quando passa a correr “pelo mais alto da Serra de Maracaju”. O Paraguai, na época presidido pelo General Stroessner, passou a defender que o setor mais alto da serra fazia parte de seu território, o que também era enganoso. Sabendo que seus argumentos não convenceriam Stroessner apelou para outros meios e orquestrou virulenta campanha antibrasileira, apresentando o Brasil como expansionista e truculento.

As negociações entre os dois países foram difíceis e duraram vários anos, até que chegaram a um acordo bom para os dois países, que seria a construção da hidrelétrica na fronteira entre eles. No dia 22 de junho de 1966, os ministros de relações exteriores do Brasil e Paraguai assinaram a “Ata do Iguaçu”, firmando uma parceria que visava analisar a viabilidade disposta no recurso hídrico pertencente às duas nações.

No dia 26 de abril, foi assinado o Tratado de Itaipu que tinha como finalidade legalizar e oficializar a utilização do rio Paraná para a construção da usina. No dia 5 de maio de 1984 a usina entrou em funcionamento. Devido à sua grandeza, a Usina Hidrelétrica de Itaipu integra uma das sete maravilhas do mundo moderno.

Apesar de tudo parecer estar de acordo, ainda hoje o conflito entre Brasil e Paraguai é existente, isso porque o lago de Itaipu inundou apenas 10% da área disputada. Além disso, de acordo com a “Ata do Iguaçu” a energia gerada deve ser dividida em duas partes iguais e se caso uma das partes não utilizar toda a parte de direito deveria de preferência ser comercializada com o sócio a preço de custo. Desse modo, o Paraguai que usa somente 5% do total de 50% que lhe cabe, comercializa com o Brasil os 45% restantes, que paga por essa energia algo em torno de 300 milhões de dólares. Essa situação é desvantajosa para o Paraguai, pois ele comercializa a energia com o Brasil por um preço muito menor, do que ele comercializaria com outro país. Por outro lado, o Paraguai ainda deve uma boa quantia pela construção da Usina, que na época custou 12 bilhões de dólares e sua contribuição foi de apenas 50 milhões de dólares. A que todo indica o impasse entre esses dois países parece não ter uma solução muito rápida.

Documentário sobre o assunto

OBS: caso o vídeo esteja indisponível, o link é esse http://www.youtube.com/watch?v=Pn-pawcszXE

Produção de Petróleo na área do pré-sal:

Após muitas pesquisas e, experiências realizadas em águas profundas, o Pré-sal desenvolveu tecnologia própria para a extração de petróleo, além de atuarem em parcerias com universidades e centros de pesquisa.

Diariamente são produzidos mais de 300 mil barris de petróleo, contando com 17 poços produtores, 6 na Bacia de Santos e 11 na Bacia de Campos.

Isso gera grande desenvolvimento de bens e serviços, influenciando cada vez mais o avanço da tecnologia e trazendo mais oportunidades de emprego nas indústrias.

Entretanto, 40% das reservas petrolíferas situadas na área do pré-sal foram leiloadas e pertencem a empresas privadas e, como resultado o Brasil não tem controle nenhum dessas riquezas.

O Brasil tem a capacidade de se tornar uma das três maiores nações petrolíferas do mundo, devido às mega reservas de petróleo descobertas na costa brasileira que se situam em águas ultra-profundas.

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Imagem ilustrativa do pré-sal

Grupo: Clarissa Nº 7, Larissa Nº 14, Mariana Nº 19, Paula Nº 23 e Sabrina Nº 24

Comércio Mundial e alimentos

O Brasil é um dos países que a agroindústria esta em alta. A agroindústria é um dos principais segmentos da economia brasileira, com importância tanto no abastecimento interno como no desempenho exportador do Brasil.

Uma avaliação recente estima que sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) seja de 12%, tendo pois uma posição de destaque entre os setores da economia, junto com a química e a petroquímica. Na década de 70, a agroindústria chegou a contribuir com 70% das vendas externas brasileiras. Atualmente, essa participação está em torno de 40%, não só pela diversificação da pauta de exportações, mas também pela tendência à queda dos preços das commodities agrícolas nos últimos 20 anos. Ainda assim, o setor cresceu e aumentou o valor das exportações em quase todos seus segmentos.

A agroindústria se articula para a frente com a indústria de embalagens e com o processamento agroindustrial e, para trás, com a indústria de insumos (pesticidas, fertilizantes, rações, insumos veterinários) e de equipamentos para a agricultura. A agroindústria inclui ainda a produção de energia a partir da biomassa, área em que o Brasil é líder mundial. Estima-se que na conceituação ampliada, a agroindústria represente mais de 30% da economia brasileira..

Principais produtos:

Alimentos

Envolve toda cadeia da produção alimentícia, como por exemplo frigoríficos, usinas de beneficiamento de leite, indústria de óleo, rações, empacotadores, distribuidores de grãos, beneficiadores.

Biocombustíveis

É o setor do agronegócio que cuida do cultivo de plantas que serão transformadas em combustíveis orgânicos, os chamados biocombustíveis.

Têxtil

Ramo industrial que transforma bens agropecuários em produtos têxteis, como vestuário, artigos de cama, mesa e banho, bens de decoração, insumos para a indústria moveleira, calçadista.

Madeira

Explora o solo pelo cultivo de árvores que serão transformadas em madeira, celulose ou produtos químicos para posterior utilização como matéria prima de várias indústrias, como a móvel|moveleira]] e construção civil, a indústria papeleira, ou mesmo a obtenção de lenha para combustível.
São exemplos de matéria-prima produzidos pelo agronegócio o algodão, o linho e a lã.

 

Daniele, nº 08

Agroindústria

O que é: Agroindústria

A agroindústria é o conjunto de atividades relacionadas à transformação de matérias-primas provenientes da agricultura, pecuária, aqüicultura ou silvicultura. O grau de transformação varia amplamente em função dos objetivos das empresas agroindustriais. Para cada uma dessas matérias-primas, a agroindústria é um segmento da cadeia que vai desde o fornecimento de insumos agrícolas até o consumidor. Em comparação a outros segmentos industriais da economia, ela apresenta uma certa originalidade decorrente de três características fundamentais das matérias-primas: sazonabilidade, perecibilidade e heterogeneidade.

O que é: Agronegócio

Agronegócio (também chamado de agrobusiness) é o conjunto de negócios relacionados à agricultura e pecuária dentro do ponto de vista econômico.
Costuma-se dividir o estudo do agronegócio em três partes: a primeira parte trata dos negócios agropecuários propriamente ditos, ou de “dentro da porteira”, que representam os produtores rurais, sejam eles pequenos, médios ou grandes, constituídos na forma de pessoas físicas (fazendeiros ou camponeses) ou de pessoas jurídicas (empresas).

Na segunda parte, os negócios à montante da agropecuária, ou da “pré-porteira”, representados pela indústria e comércio que fornecem insumos para a produção rural, como por exemplo os fabricantes de fertilizantes, defensivos químicos, equipamentos.
E na terceira parte estão os negócios à jusante dos negócios agropecuários, ou de “pós-porteira”, onde estão a compra, transporte, beneficiamento e venda dos produtos agropecuários até o consumidor final. Enquadram-se nesta definição os frigoríficos, as indústrias têxteis e calçadistas, empacotadores, supermercados, distribuidores de alimentos.

O que é Cadeia Produtiva:

É uma sequencia de operações que conduzem a produção de bens cuja a articulção é amplamente influenciada pelas possibilidades tecnológicas e definidas pelas estratégias dos agentes.

Gabriela, nº 12

IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ALIMENTOS NOS ESTADOS UNIDOS E NA UNIÃO EUROPÉIA

Importação e Exportação:

A importação e a exportação são elementos fundamentais relacionados ao comércio mundial, que consiste adquirir produtos e serviços de  diferentes países, além de vendê-los para outros, sendo fundamental para a economia de um país.

A importação e exportação dos EUA:

Os Estados Unidos ocupa lugar em uma das maiores potencias econômicas mundiais, tendo uma grande economia agrícola, é o maior mercado de equipes agrícolas (valor de aproximadamente de US $ 21 bilhões anuais), e ocupa o segundo lugar relacionado a exportações de alimentos, sendo somente ultrapassados pela U.E nos últimos anos.

Principais parceiros econômicos (exportação): Canadá, México, China, Japão e Alemanha

Principais parceiros econômicos (importação):  China, Canadá, México, Japão e Alemanha.

Exportações e importações em geral:

Exportações (2011): US$ 1,51 trilhão

Importações (2011): US$ 2,31 trilhões

A indústria agrícola norte americana é uma das maiores do mundo e detêm o maior índice de produtividade mundial, tendo o uso de técnicas de cultivo e de maquinário cada vez mais modernos. As fazendas norte- americanas produzem grandes quantidades de produtos vegetais, que são quase suficientes para atender à demanda nacional sendo que o excesso é exportado. São o segundo maior produtor de laranjas e limões do mundo, perdendo apenas para o Brasil. A maior parte da produção nacional está concentrada na Flórida. A Califórnia é também grande produtora de frutas cítricas e também é o maior produtor mundial de milhosojaamendoimtrigo e algodão. O milho e a soja são cultivados na Corn Belt que é um dos cinturões agrícolas; além disso, também produz leite, carne de porco e peixe.

Com um mercado consumidor interno forte, a produção dos Estados Unidos também visa às exportações. Os principais commodities agrícolas exportados são trigo, milho e frutas.

Os Estados Unidos também importa muitos produtos alimentícios. Fatores sazonais e climáticos ajudam a dirigir importações de tipos populares de frutas e vegetais e produtos tropicais, como cacau e café nos EUA. Uma parte crescente das importações dos EUA pode ser atribuída ao comércio intra-indústria, em que indústrias de transformação agrícola com sede nos Estados Unidos realizam determinadas etapas de processamento offshore e importação de produtos em diferentes níveis de processamento de suas subsidiárias em mercados estrangeiros.

Os principais grupos de produtos importados pelos Estados Unidos do mundo são: “café não torrado” (Café cru); Cerveja; Vinhos, vermutes, vinagres; Adubos e fertilizantes; camarões congelados; Peixes congelados, frescos ou refrigerados. Juntas, essas mercadorias representam US$ 20,7 bilhões em importações, o equivalente a 19% do total desse complexo comprado.

As importações estadunidenses dos grupos de produtos classificados como “a consolidar” e “consolidado” alcançaram US$ 11,5 bilhões em 2009, ano em que a participação média das exportações brasileiras para esses subgrupos de produtos atingiu 18,1%. Cabe destacar os valores importados de café cru em 2009, somando US$ 3,5 bilhões, dos quais US$ 772,1 milhões foram provenientes do Brasil.

Nota-se ainda, neste contexto, que as exportações brasileiras de álcool etílico, castanhas de caju, fumo em folhas, carne de boi industrializada e suco de laranja não-congelado, que juntas somaram 83,5% do total exportado pelo Brasil naquele ano entre os grupos de produtos identificados.

 

União Européia:

A U.E se aplica a um conjunto de países europeus, que juntos são um dos maiores importadores e exportadores de produtos alimentícios. Ocupa o primeiro lugar nas exportações de produtos agrícolas, e considerando as exportações para fora dela, o valor seria de US$127,63 bilhões, correspondendo a 9,5% do total mundial; e representa 20% do volume total das importações e das exportações a nível mundial.

Exportação e importação em geral:

Exportações (2010 – estimativa): US$ 1,952 trilhão

Importações (2010- estimativa): US$ 1,690 trilhão

Os principais produtos agropecuários produzidos e exportados são: trigo, cevada, beterraba, cereais, vinho, uvas, peixe, aves e carne bovina e suína.

Em relação às importações a UE é igualmente o maior importador do mundo de produtos agrícolas de países em desenvolvimento, e importam produtos in natura e processados. Mesmo assim suas importações de produtos alimentícios são limitadas, pois os países europeus, por causa de sua interconexão, são especialmente cuidadosos com os produtos que são importados, envolvendo a política de segurança alimentar da U.E. Algumas nações como a Espanha, por exemplo, restringem significativamente determinadas importações para garantir a segurança dos seus cidadãos.

A política de segurança alimentar da União Européia tem como objetivo proteger a saúde e os interesses dos consumidores, garantindo ao mesmo tempo o bom funcionamento do mercado interno. Para isso a U.E vela por normas de controle em matéria de higiene de produtos alimentares, de saúde e bem-estar de animais e de prevenção riscos de contaminação por substâncias externas. Prescreve igualmente as regras para uma rotulagem adequada destes gêneros e produtos.

Mesmo que a União Européia e os Estados Unidos tenham um grande mercado em relação a produtos alimentícios e tecnologia, estes países não conseguem ampliar sua agricultura, pois possuem pequena disponibilidade de áreas novas e precisam convencer a mão-de-obra a permanecer no campo.

FONTES:

http://www.al-invest4.eu/minisite/alimentacion_port/italia/italia4.3.html

http://www.al-invest4.eu/minisite/alimentacion_port/europa/europa4.4.html

http://www.suapesquisa.com/uniaoeuropeia/economia.htm

http://eeas.europa.eu/delegations/brazil/eu_brazil/trade_relation/agriculture/index_pt.htm

http://pt.reingex.com/Estados-Unidos-Economia-Exportacoes-IED.shtml

http://www.importacaoexportacaoestudoemcasa.com/importacoes/60-exportacao-para-os-eua

http://www.suapesquisa.com/paises/eua/economia_estados_unidos.htm

http://www.frbatlanta.org/pubs/econsouth/07q2-portugues_comercio_internacional_uma_fatia_maior_da_economia_dos_estados_unidos.cfm

Beatriz, nº 05

Governo Juscelino Kubitschek

Juscelino Kubitschek foi eleito presidente da República em 1955, juntamente com o vice-presidente João Goulart. Seu governo se iniciou em 1956 e foi até 1961.

 JK tinha em seu governo, como objetivo principal, o Plano ou Programa de Metas (31 metas) que consistia no desenvolvimento econômico do Brasil, ou seja, ele criou um conjunto de medidas que atingiria o desenvolvimento econômico de vários setores, priorizando a dinamização do processo de industrialização do Brasil.

O desenvolvimento econômico que o Brasil passou no governo de JK investiu bastante nos setores de transportes, educação e indústrias, principalmente das indústrias automobilísticas. Ele dizia que com isso o nosso país diminuiria a desigualdade social, gerando riquezas, desenvolvendo a industrialização e consequentemente fortaleceria ainda mais a economia. O Brasil cresceria muito.

Juscelino Kubitschek foi o homem que mais construiu estradas no Brasil, para atender os interesses das pessoas que possuíam empresas, não só brasileiras, mas principalmente do exterior, porque ele acreditava que sem a participação do capital estrangeiro o sistema econômico do país não aumentaria. Essas empresas eram automobilísticas e petrolíferas e vieram para o Brasil, porque a mão de obra aqui é mais barata e também para suas próprias expansões.

JK teve como justificativas para a construção das estradas duas explicações:

1- Integração Nacional= Era para todas as pessoas estarem integradas, seja do norte ao sul.

2- Segurança Nacional= Levar a população para as áreas de fronteira para continuarem pertencendo ao Brasil.

Contudo, todas essas propostas ocasionaram o aumento das indústrias no país, e o aumento do PIB. As empresas se instalaram mais na região Sudeste, levando a migração da população do Nordeste para essa região.

Após o Plano de Metas, focalizou-se seu governo na construção de Brasília, fazendo a transferência da capital do país. A nova capital do Brasil teria um moderno conjunto arquitetônico realizado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A construção da nova capital foi cumprida, com a grande realização de JK e o grande desempenho dos trabalhadores, que vieram do Nordeste.

Palácio do Planalto

Veja um pouco sobre a história de JK:

Bibliografia: Anotações da aula do professor André, Livro “Território e sociedade”, site “suapesquisa.com”

Luara  Moura , nº 15 

Internet no mundo atual e seu reflexo na sociedade

História da Internet 

A Internet começa a partir de 1969 , da forma em que conhecemos a Internet, parece que é algo totalmente novo, mas a verdade é que a rede existe há mais de 20 anos. O que começou como um projeto de estratégia militar norte-americano acabou se transformando no atual meio de comunicação, que possibilita a troca de informações entre milhões de pessoas em todo o mundo.Na década de 60, auge da Guerra Fria, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos queria criar uma rede de computadores que não pudesse ser destruída por bombardeios e fosse capaz de ligar pontos estratégicos, como centros de pesquisa e tecnologia.

Maiara Stephanie n°17

A facilidade de se comunicar pela internet, e qual sua vantagens e desvantagens.

Não é nenhuma novidade dizermos que a informação é uma das principais ferramentas na construção da cidadania de um povo. A internet é hoje uma das maiores fontes de informação, por exemplo, os brasileiros, têm mais afinidade com as mídias sociais, pois têm facilidade em conversar, tomar atitudes ou falar algo que nunca teria coragem de dizer frente á frente. Porém, as pessoas se sentem na liberdade de extrapolar com comentários, fotos, se esquecendo de que tudo é registrado na Internet. Ela é, um ótimo meio de comunicação entre pessoas, que estão longe umas das outras, pois tudo está conectado, mas muitas pessoas acabam se fechando para o mundo real para viver o mundo das redes sociais e acabam perdendo o contato face-a-face.

A internet pode facilitar essa interação das pessoas pelo simples fato de a timidez não impedi-la, pela informação que se espalha depressa e para todo o lugar do mundo. Ferramentas de pesquisa como o Google são meios importantes de divulgação da informação, e as mídias de comunicação virtual são também ferramentas de negócio para o Jornalismo e para a Publicidade e Propaganda.

Isabelle Balbino Martins N°13

Internet e Educação

Quando uma escola se conecta à Internet, um novo mundo de possibilidades se abre diante de alunos e professores.  A Internet está “explodindo” na educação.

A educação presencial pode modificar-se significativamente com as redes eletrônicas. As paredes das escolas e das universidades se abrem, as pessoas se intercomunicam, trocam informações, dados, pesquisas. A educação continuada é facilitada pela possibilidade de integração de várias mídias, acessando-as tanto em tempo real como assincronamente, isto é, no horário favorável a cada indivíduo e é facilitada também pela facilidade de por em contato educadores e educandos.

A conexão da sala de aula à Internet faz com que o universo de conhecimentos se amplie. Ao navegar no ciberespaço, o aluno tem acesso a um número quase que inesgotável  de informações, com a vantagem delas serem provenientes de diferentes culturas, indicadoras de diferentes visões de mundo e de significações diversas. Isso abre os horizontes do ensino. Porém deverá se ter especial cuidado, pois as pessoas também podem perder-se entre tantas conexões possíveis, com a possibilidade de ocorrer uma aproximação apenas superficial das informações. Quem navega já deve ter se percebido alguma vez nessa situação: as horas de consulta passam e, no fim das contas, muitos sites interessantes foram visitados, mas foram percorridos apenas “por alto”, sem que nada além das belas imagens e das homepages interessantes tenha sido acrescentado. A conexão da sala de aula à rede da informação e da comunicação nos coloca diante do desafio de não apenas adaptar a escola ao contexto de hoje, mas principalmente transformá-la num espaço mais capaz de formar cidadãos envolvidos de maneira ativa e crítica na sociedade. A Internet não é um mundo solitário, onde o aprendente apenas interage com o computador; nela o aprendente pode interagir com outras pessoas, receber feedback, ter acesso a outras perspectivas, permitindo-lhe assumir um maior controlo sobre a aprendizagem.

A Internet faz hoje parte do nosso mundo, incluindo o espaço escolar, e a educação não pode passar ao lado desta realidade. As diversas ferramentas existentes na net, oferecem inúmeras possibilidades para aprender, e esse facto não pode ser, de forma alguma, desprezado.

Um dos principais objetivos a serem alcançados é permitir que especialmente os professores possam ter contato com novas tecnologias e usufruam dos seus benefícios. Aquela imagem de alguns anos atrás, quando a relação do professor com seus alunos terminava no toque da sineta está ficando cada vez mais ultrapassada. Agora, é possível manter os relacionamentos independentemente de lugar e horário, graças à Internet e às suas ferramentas. Muitos dos casos citados trataram de experiências geradoras de um aprendizado mais eficiente, mesclado com um lado divertido.

Pâmella Martins n°22

O papel da internet na economia

Ao longo dos últimos anos, a contribuição da internet no desenvolvimento econômico dos países tem aumentado. Em média, os negócios realizados por empresas do setor virtual representam 3,4% do PIB dos 13 países.

A contribuição da internet na economia destes países tem aumentado ao longo dos últimos anos. Nos últimos 5 anos, a taxa de crescimento desta parte da economia é de 11%. O relatório da consultoria McKinsey mostra também que as empresas que utilizam mais a internet para seus negócios criam duas vezes mais empregos que a média.

Se você ainda tem dúvidas do papel da internet na economia mundial, veja os números abaixo:

2 bilhões de usuários de internet no mundo
A internet é responsável por 3,4% do PIB nos 13 países estudados
Ela representa 21% do crescimento do PIB nos últimos 5 anos em países desenvolvidos
75% do impacto da internet está nos negócios tradicionais
10% de aumento na produtividade para pequenas e médias empresas devido ao uso da internet
Pequenas e médias empresas que usam massivamente as tecnologias web crescem e exportam 2x mais que as outras
US$ 8 trilhões mudam de mãos por ano através do e-commerce
Em alguns mercados desenvolvidos, em torno de dois terços (66%) de todas as empresas possuem presença na web

Apesar disso, a internet ainda não está em uma fase madura e estável. Pelo contrário, há muito espaço para crescimento. Enquanto ela representa 6% do PIB em países desenvolvidos tais como Inglaterra ou Suécia, em 9 dos 13 países pesquisados a contribuição dela é inferior a 4%, o que mostra que existe muito a ser explorado.

Outro dado relevante: o consumo mundial através da internet em 2009 foi superior ao PIB do Canadá ou da Espanha, e tem crescido mais rapidamente que o PIB do Brasil.

Para as empresas brasileiras, um alerta e uma oportunidade: o relatório coloca o Brasil no mesmo patamar da Rússia e da Itália, numa posição em que a internet ainda está engatinhando e existem grandes oportunidades de crescimento.

Matheus de Freitas n°20

Violência na internet

Hoje em dia vemos muitos atos de violência na internet, muitas pessoas fazem comunidades ou perfil fake para o cometimento de seus atos ilegais como racismo, calúnia, difamação, pedofilia, intolerância religiosa e xenofobismo, esses são alguns dos muitos desrespeitos cometidos na internet. Os atos de violência mais comum são o de racismo, difamação e o de pedofilia.

Para se defender ou denunciar possíveis crimes praticados na internet a pessoa deve procurar a própria autoridade policial. Nos casos de delitos contra a honra, calúnia, difamação e injúria, a vítima deve imprimir as páginas ou e-mails onde foram publicadas as ofensas para servirem como provas na abertura do inquérito. Existem também sites especializados nesse tipo de denúncia, como por exemplo, a ONG Safernet que encaminha os dados das denúncias às autoridades competentes.

O art. 287 do Código Penal pune com pena de detenção de três a seis meses ou multa. Nos casos em que envolver menores de 18 anos, os pais são responsabilizados pela infração.

(www.safernet.org.br/site/denunciar)

Fonte: http://www.dnt.adv.br/salas-do-conhecimento/apologia-a-violencia-na-internet/

Amanda Marchesi n°01